Pontos críticos da educação pós-moderna em ciências da saúde a partir da realidade argentina
DOI:
https://doi.org/10.5281/zenodo.18008045Palavras-chave:
currículo educacional; educação comparada; educação de qualidade; inovação educacional; teoria educacionalResumo
Introdução: a transição da educação moderna para a pós-moderna tem sido um ponto central de debate em torno das questões críticas que permitem novas leituras e interpretações das realidades locais e regionais.
Objetivo: caracterizar as questões críticas da educação pós-moderna em relação às ciências da saúde, com especial atenção ao contexto argentino.
Desenvolvimento: este estudo empregou uma abordagem qualitativa, histórico-documental e hermenêutico-interpretativa, analisando fontes primárias e secundárias relevantes. Críticas externas e internas foram aplicadas aos documentos para garantir sua validade e confiabilidade. As relações de conteúdo identificadas revelaram que a educação pós-moderna em ciências da saúde prioriza a pluralidade, a diversidade e a contextualização do conhecimento, redefinindo a educação como processos situados e personalizados que visam aprimorar as competências esperadas dos estudantes em cursos de ciências da saúde. As contradições entre as construções epistemológicas e andragógicas apresentam-se como oportunidades para integrar abordagens críticas, técnicas e comunitárias, fomentando a inovação educacional, a interdisciplinaridade e a construção de conhecimento significativo. A incorporação de métodos ágeis de ensino representa uma decisão de refinar o recurso central para lidar com a complexidade e a diversidade dos contextos educacionais alinhados ao currículo.
Conclusões: é crucial abraçar as sinergias e entropias que tendem a transformar o sistema educacional em direção a um modelo flexível, participativo, crítico e adaptativo, consolidando uma educação inclusiva e contextualizada, capaz de formar indivíduos autônomos, críticos e socialmente responsáveis em seu papel como futuros atores na área da saúde.
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