Impacto das posturas forçadas nos professores de odontologia da Universidade Regional Autônoma de Los Andes
DOI:
https://doi.org/10.5281/zenodo.10128112Palavras-chave:
ergonomia, saúde ocupacional, posturas forçadas, professores de odontologiaResumo
Introdução: muito pouco se fala sobre a má postura na prática clínica diária e suas consequências na saúde dos profissionais de odontologia a curto e longo prazo; o exercício desta profissão implica estar constantemente exposto a determinados problemas de saúde ocupacional. Objetivo: determinar a frequência das diferentes posturas que geram desconforto corporal em relação à especialidade e a análise dos distúrbios musculoesqueléticos e sua associação com os anos de profissão em professores de odontologia da Universidad Regional Autónoma de Los Andes. Método: a pesquisa foi observacional, transversal e descritiva. Uma pesquisa foi aplicada em janeiro de 2023 a um grupo de 46 profissionais de odontologia, determinado como uma amostra não probabilística intencional. Foi considerado o teste não paramétrico Qui-quadrado de Pearson, que pela natureza de suas variáveis qualitativas testou possíveis associações entre elas. Resultados: de todas as associações possíveis entre as variáveis, a que se mostrou significativamente significativa correspondeu ao tempo de profissão e aos desconfortos detectados principalmente na região lombar e pescoço; o que denotaria que quanto mais tempo dura a prática clínica, maior é o desconforto detectado nas posturas forçadas adotadas pelos profissionais. Conclusões: foi encontrada associação ou relação significativa entre os anos de profissão e os sintomas detectados nos profissionais de odontologia pesquisados; o que indica que quanto maior o tempo gasto na prática clínica, maior o potencial para problemas ergonômicos. É importante considerar a aplicação de medidas de intervenção para melhorar aspectos de saúde ocupacional, ergonomia e higiene postural.
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